Não Somos Gangue!

Não somos uma gangue! Não somos um partido político! Somos um coletivo de Skinheads Antifascistas, composto por anarquistas e comunistas! Acreditamos na igualdade de todos os seres humanos, sem bandeiras, sem separatismo, sem preconceito ou qualquer barreira, seja ela de classe, cor de pele ou orientação sexual. Nossa principal atuação é no meio contracultural em que estamos, levando nossos princípios de esquerda e princípios libertários, atuamos através da propaganda antifascista, mas vamos além disso, procuramos atuar junto à classe trabalhadora, o verdadeiro pilar da sociedade, a luta do trabalhador, do pobre, do explorado, essa é a nossa luta. Defendemos a cultura Skinhead, cultura que nasce nos subúrbios ingleses, de uma juventude de imigrantes jamaicanos, negros, e da juventude inglesa trabalhadora das periferias, fabricas e portos. Cultura de união, diversão, futebol, cerveja, e luta, porém uma luta de cabeças, não de botas e facas. Dos que nos oprimem nada esperamos. Esperamos apenas de nossos irmãos de classe.



domingo, 24 de junho de 2012

RASH-SP NÃO MORA MAIS AQUI.

Nos últimos tempos a google andou tirando nosso blogue do ar, com o pretexto de que somos spammers em potencial (?!), o que nos levou a migrar a um ambiente mais amigável e seguro. A partir de hoje o blogue do coletivo passa a funcionar aqui – atualizem seus favoritos!

quinta-feira, 21 de junho de 2012

BARRADOS NO BAILE

A presença do Coletivo RASH-SP nas manifestações a favor dXs dissidentes sexuais tem se tornando frequente e este ano novamente marcamos presença na Parada Gay na Avenida Paulista, no último dia 10.

Nosso objetivo principal era apoiar a luta contra a homofobia, criticando a criminalização das minorias na cidade de São Paulo, criar um bloco único – uma frente antifascista – com os demais grupos, crews, coletivos e indivíduos independentes, ligados à subcultura punk e skinhead.

Juntamente com a Maloka Eletrika, as meninas dXs JubiladXs e Xs punks antifascistas da city, sempre dispostXs a colaborar com o coletivo, preparamos o panfleto abaixo, muitas bandeiras rojo y negras, faixas com dizeres antifascistas e contra o capitalismo e também lenços cor de rosa choque, pintados com as 3 setas antifascistas, para cobrir os rostos dos manifestantes e que foram distribuídos entre as pessoas presentes. Reforçando o nosso grupo, contamos com a presença de um camarada da RASH Bogotá (Colômbia), que inclusive contribuiu com ideias durante a marcha e sugeriu inovações que já deram certo na seção de Bogotá. Pretendemos nos próximos dias organizar um debate para a troca de experiências com este camarada.

Logo no início da manhã, estávamos todos na região da Avenida Paulista, como combinado, já portando faixas, panfletos e bandeiras. Como de costume, a Parada Gay deste ano continuou com o caráter de uma micareta, lembrando muito pouco o espírito de luta do levante de Stonewall. E como numa previsão certeira quanto à criminalização dos movimentos sociais atualmente em curso em São Paulo e que criticamos em nosso panfleto, fomos barrados no baile!

A Polícia Militar estava nos pontos de acesso à marcha e sem pensar duas vezes tentou impedir que o nosso grupo (que nesse momento já era bem maior, pois já estávamos juntos com outros grupos de punks e skinheads que se organizaram para o evento) se integrasse à Parada, sem nenhuma justificativa, simplesmente cercando todXs Xs manifestantes com a intenção de nos intimidar. Exigiram que a maioria das pessoas abrissem suas bolsas e tirassem seus pertences para revista. Tivemos que desenrolar todas as faixas e bandeiras para “averiguação” e então surge a notícia de que não estávamos autorizados a entrar, sob a acusação de que éramos “grupos contra a parada” e que não liberariam a entrada.

Esse momento pede uma reflexão: será que nenhum dos policiais que lá estavam teve a capacidade de associar os dizeres claros e diretos de nossas faixas, camisetas, bandeiras, patches e buttons, inclusive os lenços cor de rosa choque e entender que estávamos do mesmo lado dXs dissidentes sexuais?

Nesse momento os policiais já tinham cercado todos os punks e skinheads e agora o motivo alegado para não entrarmos eram as hastes de PVC de nossas faixas e bandeiras, logo em seguida começaram a intimidar algumas pessoas do grupo e a exigir que um líder fosse apresentado. Nenhum um líder foi apresentado, éramos um grupo completamente horizontal.

Após tentarem ler o panfleto e não entenderem nada, voltaram a cercar o grupo, desta vez movendo as grades que estavam na calçada de forma a fechar todas as pessoas em um único espaço. Estava claro que o próximo passo era prender algumas pessoas para intimidar e enfraquecer todo o grupo.

Resistimos e o objetivo do grupo foi atingido: integrar-se à marcha, panfletar e tremular nossas bandeiras socialistas. Não esperamos nenhum tipo de colaboração da polícia (e nem é desejável), pois eles estavam exatamente cumprindo o seu papel, em conjunto com a com o Estado, que juntos criminalizam os movimentos sociais e contando até com a colaboração da organização reacionária do evento, que não têm interesse que a Parada Gay de São Paulo tenha o caráter de manifestação política, mas sim o de uma micareta.

Conclusão: A atitude da polícia em relação a nossa presença na Parada mostrou que o texto de nosso panfleto, criticando a perseguição policial aos grupos oprimidos de São Paulo foi mais que oportuno. O Estado, através de todo o seu aparato policial, criminaliza as minorias e aqueles que as apoiam. Tentaram impedir a nossa participação, para que a Parada fosse somente festa e não houvesse grupos políticos.


 [clique na imagem para ampliá-la]

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Reivindicaremos o 7 de Outubro sempre!

Nas últimas semanas a imprensa marrom paulistana, esta que sorrateiramente nos espreita pelas quebradas virtuais em busca de escândalos, andou tentando explorar com sua característica má fé as referências que já fizemos à Revoada dos Galinhas Verdes de 1934 aqui em nosso blogue.

Em 7 de outubro de 1934, antifascistas deram um duro golpe nos sonhos de poder dos integralistas no Brasil. Uma Frente Única Antifascista composta por anarquistas, comunistas, socialistas e antifascistas em geral botou pra correr os fascistas que, "liderados" por Plínio Salgado, se manifestavam nessa data na Praça da Sé em São Paulo.

Esta data deve ser relembrada, comemorada e, o mais importante de tudo, servir de exemplo para toda a juventude que hoje está nas ruas em São Paulo, tentando de alguma forma se organizar contra a ação dos nazi-fascistas que espalham o ódio contra homossexuais, negros e moradores de ruas. Antifascismo não é moda, não é um lado a ser tomado em uma guerra entre gangues, antifascismo é luta, é combater o poder do capital que mostra suas garras através do machismo, da homofobia, do sexismo, do racismo e da exploração dxs trabalhadorxs. 
 
Não será a má fé dessa imprensa marrom que vai nos fazer negar essa data, não deixaremos jamais de reivindicar o 7 de outubro como exemplo de unidade antifascista e de luta vitoriosa nas ruas da cidade.

Para complementar a nossa homenagem à essa data, vamos deixar abaixo uma citação que xs nossxs camaradas da Maloka Eletrika utilizaram em sua comemoração desta data:


Sete de Outubro! Lélia! 



Em 7 de outubro de 1934, na Praça da Sé, todos nós, os engajados na luta antifascista (trotskistas, socialistas, anarquistas, stalinistas e democratas), enfrentamos, com armas na mão ou sem elas, a organização fascista-integralista, comandada por Plínio Salgado. Os integralistas estavam todos fardados, bem armados, enquadrados e prontos para uma demonstração de força, protegidos pelas instituições político-militares getulistas e dispostos a tomar o poder. Nós, espalhados ao longo da praça e nas ruas adjacentes, esperamos pacientemente que desfilassem primeiro as crianças, também fardadas, e as mulheres integralistas. Depois disso, quando os asseclas de Plínio iniciaram seu desfile, nós todos, a um só comando, avançamos e começou a luta aberta. Não me lembro quanto tempo demorou o tiroteio. Eu estava junto aos portões do prédio Santa Helena com um grupo de trotskistas, entre eles meu irmão Mário, Fernando Saveiro e outros. Nosso grupo não tinha armas, apenas grossos pedaços de paus e pedras. O embate foi intenso. Fumaça, estampidos e gritos que ecoavam por toda a praça. Houve muitos feridos, entre os quais Mário Pedrosa, que foi baleado numa perna, e um morto, o jovem militante do PCB Décio Pinto de Oliveira. Meu irmão Fúlvio, ao lado deles, socorreu-os imediatamente.
[...]

Os fatos que antecederam e os que se sucederam a este episódio constam da história desta cidade e não cabe, aqui, alongar-me sobre este momento histórico, que contribuiu realmente para deter o ímpeto do integralismo em direção ao poder.

Lélia Abramo

terça-feira, 20 de setembro de 2011

NOTA DO COLETIVO RASH-SP A RESPEITO DOS ACONTECIMENTOS DE 3 DE SETEMBRO


Na noite de 3 de setembro de 2011 um punk de 25 anos foi assassinado por gangues nazistas diante de uma casa de shows onde se apresentava a banda inglesa Cock Sparrer. Foi uma morte anunciada, uma vez que pelo menos uma semana antes do crime a informação de que diversas quadrilhas autodenominadas White Power ("poder branco", bandos de orientação racista e nazista) estariam na entrada do show com o objetivo de matar. Todos sabiam, inclusive a polícia, que havia sido formalmente avisada com antecedência pelos organizadores do evento a respeito da presença iminente destes grupos de ódio no local. Nem mesmo a delegacia responsável pela repressão aos crimes de ódio, que afirma manter informantes e agentes infiltrados em todas as gangues da cidade, agiu a tempo de impedir a tragédia.

Poucas horas após o crime, a imprensa já noticiava o acontecimento de maneira irresponsável, descrevendo-o como uma mera briga de gangues e divulgando informações inverídicas. Inclusive nosso coletivo foi nominalmente citado em matéria postada naquela mesma noite no portal de internet do jornal Folha de São Paulo, na qual os jornalistas Diego Shuda e Raphael Sassaki afirmam de forma absolutamente mentirosa e irresponsável que a RASH-SP participou ativamente do confronto que resultou no homicídio.

Infelizmente essa está longe de ser a única matéria de má-fé lançada pela mídia sobre o incidente. Alguns jornais se referiam à vitima de forma desrespeitosa, enquanto outros mal citavam que o ataque foi promovido por nazifascistas dos mesmos grupos que recentemente foram responsáveis por ataques a homossexuais e moradores de ruas. Completando o festival de desinformação, um amplo espaço vem sendo dado pela mídia a figuras que se autointitulam "especialistas" em gangues e skinheads e que são, para dizer o mínimo, simpatizantes dos grupos de ódio. O fascista David Vega pode ser, no máximo, porta-voz de seus amigos dos grupos de ódio, mas jamais alguém cuja análise contribua para esclarecer alguma coisa. 

Parece claro que por trás desta tendência de tratar o assunto como uma mera guerra entre gangues há uma tentativa de criminalizar aqueles que nas ruas se opõem aos grupos de ódio. Alertamos que a criminalização dos grupos de subcultura jovem - gangues, crews, turmas ou o nome que queiram dar a eles - é absolutamente contraproducente para o combate à violência nas ruas e aos grupos de ódio. O que ainda não sabemos é se esta tentativa de criminalização baseia-se unicamente na ignorância e preconceito por parte da imprensa e do Poder Público, ou se oculta outros interesses. O que sim, podemos afirmar é que muito pouco tem sido feito pelo Poder Público para reprimir os grupos de ódio que circulam nas ruas de São Paulo com cada vez mais tranquilidade, enquanto punks e skinheads antifascistas e antirracistas vêm vivendo sob constante pressão policial.

Não aceitamos que nos transformem em bode expiatório, como se fôssemos os responsáveis por uma situação de violência cujo agravamento parece interessar a muitos - à imprensa, aos políticos, à polícia. E também às próprias quadrilhas nazifascistas, cuja falta de cérebro não permite que sua ação transcenda a violência ganguista. A experiência nos ensina que podemos contar muito pouco com a mídia e os órgãos de segurança, que parecem muito mais interessados em desinformar a população e criar um clima de pânico irracional em relação às subculturas urbanas que reprimir de forma efetiva os grupos de ódio que ameaçam a todos e a todas. Por isso vamos intensificar o trabalho de informação à população, esclarecendo não apenas a respeito de nossas subculturas, mas principalmente o que são os grupos de ódio e quem são seus membros. Sabemos que hoje muitos punks e skinheads que acreditam na luta contra o preconceito e a exclusão, estão presentes em salas de aula como professores ou mesmo atuando como jornalistas sérios. Vamos usar essa experiência a nosso favor, assumindo a responsabilidade de falar com propriedade sobre o tema, combatendo o estereótipo de que todos são jovens ganguistas, mantendo também firme a ideia de que cabe a nós mesmos documentar a nossa história.

Se queremos resgatar a origem do movimento skinhead (Remember Your Roots / Back to ’69 / Spirit of ‘69), que seja no seu ponto mais marcante: mantendo o seu espírito multiétnico. Continuaremos a formar alianças com todos os outros grupos que são alvos dos pilantras nazifascistas, ou seja, toda a sociedade que não se enquadra no padrão “homem, branco, heterossexual, cristão e burguês”: xs negrxs, as mulheres, xs dissidentes sexuais, xs imigrantes, xs nordestinxs...

Fortaleceremos cada vez mais nossa união contra essa corja de quadrilheiros, que estão sós com seu racismo, enquanto nós somos muitxs! Somos todxs!

terça-feira, 23 de agosto de 2011

O Ódio (La Haine, 1995) - Download (Legenda em Português)

Dando continuidade à proposta de divulgação de filmes (políticos, com caráter antifascista e contra-cultural) aqui no blog, vamos aproveitar a oportunidade para deixarmos nossa primeira indicação: "O Ódio (La Haine)".

Embora o filme seja de 1995 e a ação se passe na França, ele tem muito a ver com os atuais acontecimentos na Inglaterra.


 






Sinopse (do blog Cynicozilla): Policiais franceses, mais especificamente os de Paris, espacam um garoto que vai parar no hospital correndo risco de vida. O garoto espancado é um dos muitos que moram na periferia de Paris, povoado por imigrantes, vindos do norte da áfrica (Magreb) ou outras (ex?) colônias francesas. O fato dele ter sido impunemente espancado pela polícia inspira a revolta e o ódio no coracao de outros jovens, que, assim como ele, nao sao franceses “legítimos“.

Resultado: vandalismo, depredacao, revoltas, conflitos com a polícia, incêndio…

Até que um policial perde sua arma durante um desses eventos, um revólver, cheio de balas pedindo para serem disparadas, e quem acha essa arma é um jovem de descendência árabe. Este, junto com outros amigos da periferia, faz a promessa de que se o jovem que se encontra no hospital morrer ele irá entao matar um policial para igualar o placar.

"Dirigido por Mathieu Kassovitz (o namoradinho da Amelie), esse filme mostra a tensão existente na sociedade francesa no que diz respeito aos imigrantes. Uma verdadeira porrada na cara da sociedade. Com atuações viscerais, e uma fotografia suja, O ódio é, sem dúvida, um dos melhores filmes franceses dos anos 90. Aproveitem!"

Origem: França
Ano: 1995
Formato: Dvdrip
Áudio: Francês
Legenda: Português

DOWNLOAD DO TORRENT DO FILME - CLIQUE AQUI
DOWNLOAD DA LEGENDA - CLIQUE AQUI

Intervenção Antifascista - Stickers












segunda-feira, 8 de agosto de 2011

ANTIFA: Chasseurs de Skins (2008) - Download (Legenda em Português)

 
★Atenção!★

Os linx já estão funcionando novamente!

Vocês pediram a RASH-SP atendeu!

Mais uma vez contando com a colaboração da Maloka Eletrika e também do camarada Pichorra, finalmente disponibilizamos para download o documentário francês "ANTIFA: Chasseurs de Skins" com legenda em português.
 


Sinopse: O renascimento do movimento skinhead no início da década de 1980 coincidiu, na Europa, com o crescimento dos partidos de extrema-direita, que se empenhavam em cooptar para suas fileiras jovens da classe operária cuja autoestima havia sido corroída pela crise econômica. Na França, o partido de extrema direita Frente Nacional (Front National - FN), de Jean Marie Le Pen, chegou a obter 20% dos votos, num momento em que a imigração no país atingia o seu auge e os relatos de agressões racistas nas ruas eram diários. Com o lema “a França para os franceses”, os fascistas do FN e de outros grupos ainda mais radicais recrutavam seguidores em cada esquina e 99,9% dos skins franceses acabaram cooptados pela extrema-direita, num processo semelhante ao que vinha também ocorrendo em outros países europeus, como a Inglaterra, onde houve uma adesão em massa de skinheads ao National Front e ao BNP (British National Party).

Ao mesmo tempo em que essas gangues manipuladas pelos partidos de extrema direita estavam na iminência de assumir o controle das ruas de Paris, uma forte cena punk/underground se desenvolvia por toda a França. E foi deste caldo de cultura libertário e multiétnico que pulsava nas ruas e nos squats que surgiram as primeiras gangues de Caçadores de Skinheads, dedicadas não apenas à autodefesa em shows e squats, mas, principalmente, a escorraçar as gangues fascistas das ruas.

É a história desse processo de desfascistização das ruas de Paris que Antifa: Chasseurs de Skins conta, explorando também a pré-história do movimento skinhead na França e as primeiras gangues rockers antirracistas, como os As-nays e os Black Panthers, que na década de 1970 enfrentavam gangues de rockers racistas, e que, por sua vez, inspiraram as gangues de Caçadores de Skins propriamente ditas, como os Ducky Boys, os Red Warriors e os Ruddy Fox. Eram gangues multiétnicas, extremamente combativas e fortes, formadas por professores e/ou campeões de alguma arte marcial (Muay Thai, Full Contact, Kung Fu, etc.), como era o caso dos Ducky Boys e dos Red Warriors.
 
Origem: França
Ano: 2008
Formato: AVI
Áudio: Francês
Legenda: Português

★Atenção!★

Parece que algumas pessoas, em especial xs usuárixs do - argh! - Infernet Explorer, estão tendo problemas para fazer os downloads. Sugerimos, então, que cliquem com o botão direito sobre o link e selecionem, a seguir, a opção "salvar destino como" (ou "salvar link como", no caso do Firefox), salvando o arquivo no lugar desejado de seu computador. Caso o problema persista, comuniquem-se conosco.

De qualquer maneira, recomendamos sempre a utilização de navegadores livres como o Firefox.


DOWNLOAD DO FILME - CLIQUE AQUI

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