Não Somos Gangue!

Não somos uma gangue! Não somos um partido político! Somos um coletivo de Skinheads Antifascistas, composto por anarquistas e comunistas! Acreditamos na igualdade de todos os seres humanos, sem bandeiras, sem separatismo, sem preconceito ou qualquer barreira, seja ela de classe, cor de pele ou orientação sexual. Nossa principal atuação é no meio contracultural em que estamos, levando nossos princípios de esquerda e princípios libertários, atuamos através da propaganda antifascista, mas vamos além disso, procuramos atuar junto à classe trabalhadora, o verdadeiro pilar da sociedade, a luta do trabalhador, do pobre, do explorado, essa é a nossa luta. Defendemos a cultura Skinhead, cultura que nasce nos subúrbios ingleses, de uma juventude de imigrantes jamaicanos, negros, e da juventude inglesa trabalhadora das periferias, fabricas e portos. Cultura de união, diversão, futebol, cerveja, e luta, porém uma luta de cabeças, não de botas e facas. Dos que nos oprimem nada esperamos. Esperamos apenas de nossos irmãos de classe.



quarta-feira, 21 de abril de 2010

Manifestação 1º de Maio

Estamos diante de mais um 1º de Maio, data que há mais de 100 anos é marcada por manifestações de trabalhadores em todo o mundo. No Brasil, antes dessa data virar o feriado do “Dia do Trabalho”, era sempre reconhecido como o Dia do Trabalhador, porque não há o trabalho - e muito menos o produto do trabalho - sem o trabalhador.

Quando em tempos mais antigos os operários anarquistas e socialistas cruzavam os braços e faziam manifestações, o que eles reivindicavam?

Melhores salários, melhores condições de trabalho e de vida, redução da jornada de trabalho (havia jornadas de até 14 horas), proibição do trabalho infantil. Lutava-se contra a carestia da vida. Se hoje, olharmos para as pautas de reivindicações, veremos que muitas dessas continuam. É certo que aquelas lutas antigas conquistaram os direitos trabalhistas, mas a exploração continua e os patrões e governos sempre operam no sentido de reduzir nossos salários e direitos.

No 1º de Maio do ano passado respirávamos ares da crise generalizada do sistema capitalista mundial, agora eles dizem que a crise passou (até quando?), mas em meio a tudo isso, como estão nossos salários? Como estão nossas condições de vida? Para o trabalhador nada de positivo mudou e, para piorar, as centrais sindicais colaboracionistas com patrões e governos (CUT e Força Sindical, principalmente) falam na redução da jornada de trabalho e dizem que são contra a redução de salários, porém aceitam a “flexibilização” de nossos direitos, o que na prática significa a perda de muitos deles.

Com isso dizem que haverá mais empregos, mas nós somos contra a flexibilização de nossos direitos. Não queremos ter ameaçados os nossos direitos a férias, licença maternidade, indenizações por demissões injustas e aposentadorias, só para o agrado dos patrões. Entendemos que nossa classe deve avançar e não retroceder, por isso somos favoráveis à redução da jornada de trabalho, mas sem reduções de salários e direitos!

Direitos são conquistas e não presentes... E não abrimos mão dessas conquistas!

NENHUM DIREITO A MENOS, AVANÇAR RUMO A NOVAS CONQUISTAS!

2 comentários:

perfect party# disse...

Presente!

RASH SP disse...

Olá,

O ato em questão foi para o Primeiro de Maio do ano passado, para esse ano procuraremos organizar algum debate e em seguida comunicaremos.

Agradecemos o interesse,

RASH SP.