Não Somos Gangue!

Não somos uma gangue! Não somos um partido político! Somos um coletivo de Skinheads Antifascistas, composto por anarquistas e comunistas! Acreditamos na igualdade de todos os seres humanos, sem bandeiras, sem separatismo, sem preconceito ou qualquer barreira, seja ela de classe, cor de pele ou orientação sexual. Nossa principal atuação é no meio contracultural em que estamos, levando nossos princípios de esquerda e princípios libertários, atuamos através da propaganda antifascista, mas vamos além disso, procuramos atuar junto à classe trabalhadora, o verdadeiro pilar da sociedade, a luta do trabalhador, do pobre, do explorado, essa é a nossa luta. Defendemos a cultura Skinhead, cultura que nasce nos subúrbios ingleses, de uma juventude de imigrantes jamaicanos, negros, e da juventude inglesa trabalhadora das periferias, fabricas e portos. Cultura de união, diversão, futebol, cerveja, e luta, porém uma luta de cabeças, não de botas e facas. Dos que nos oprimem nada esperamos. Esperamos apenas de nossos irmãos de classe.



quinta-feira, 4 de agosto de 2011

NOTA DE ESCLARECIMENTO: POSTAGEM SOBRE A 15ª PARADA GAY


Para que não fique nenhum mal entendido sobre nossa posição a respeito a universalização do casamento, levantada após a nossa postagem sobre a 15ª Parada Gay de SP, publicamos uma nota de esclarecimento:

Em nenhum momento dissemos ser contrárixs ao chamado “casamento gay”.  Como direito, deve ser estendido a todxs: mulheres, homens, travestis, transexuais, intersexuais, a qualquer ser humano. Somente a partir daí, quando a possibilidade de casar-se for direito pleno de todxs e de cada um(a), é que a instituição casamento poderá ser plenamente questionada. Isso, no entanto, não nos impede de reconhecer uma supervalorização do tema,  que se tornou o carro-chefe do processo de aburguesamento que denunciamos no panfleto da 15ª Parada.

Um comentário:

arqpita disse...

A questão aqui é o amparo do Estado em caso de morte do companheiro ou companheira, no caso de um servidor público. Por isso se busca com tanto empenho esse direito. O mesmo direito que um casal hétero tem terá o casal gay. É interessante notar que o dinheiro pago de pensão ao cônjuge gay deixará de ir para os cofres dos bancos em forma de juros da dívida, oque é algo positivo. Nós, antifascistas do mundo, temos que debater questões como essas: dívida pública, privatização da previdência, etc. Ao mesmo tempo essa luta é uma contestação importante que vai de encontro à noção reacionária e patriarcal de família burguesa. Pensem nisso.